Bem-Vindos

São só alguns textos relacionados com a Ilha Terceira e principalmente com Angra do Heroísmo por eu ser de lá. Também editei várias fotos sobre a ilha e sobre actividades de terceirences dentro e fora da ilha. Essas fotos estão nos links e são actualizadas sempre que possivel! Desfrutem!

sábado, 10 de março de 2007

Nove Ilhas, Nove Mundos

Onde acaba o continente Europeu inicia-se a contagem dos dois mil quilómetros a que distanciam as paradisíacas ilhas dos Açores. Nove ilhas, cada uma diferente das outras, que revelam surpreendentes factos típicos das mais irreais e míticas histórias de fantasia, mas todas elas emanam de um ponto em comum…o espírito único dos açorianos.
Nove ilhas, nove mundos, nove cores. S. Miguel ilha verde, Sta. Maria ilha dourada, Terceira ilha lilás, Faial ilha azul, S. Jorge ilha castanha, Pico ilha cinzenta, Graciosa ilha branca, Flores ilha rosa, Corvo ilha preta.
Na Invicta Cidade do Porto encontram-se cerca de duzentos estudantes universitários açorianos que fazem sentir a sua presença pela sua união. Mais uma vez essa união vai ser sentida pelos continentais que comparecerão na queima das fitas do Porto 2007, pois a terra vai tremer, o ar vai vibrar, o silencio vai desaparecer e tudo o que se conhece vai deixar de importar porque agora vão sentir os açorianos.
Uma “mui nobre” comissão composta por dez elementos, teve a original ideia de representar os estudantes açorianos na Queima do Porto através de uma simbólica barraquinha, o “Barracão Açores”, que se situará no Queimódromo e que tem como intuito divulgar os nove mundos que constituem os Açores. Nesta barraquinha tentaremos ter alguns produtos típicos e únicos dos Açores, entre eles o Arranhão da Ilha Terceira, o Licor de Maracujá da Ilha de S. Miguel e a Aguardente do Pico da Ilha do Pico, mas uma coisa podemos garantir que teremos nesta barraquinha, o espírito festivo, incansável e arrebatador dos açorianos.
Desde já fica aqui o convite da comissão para nos visitarem no Queimódromo da Queima das Fitas do Porto 2007. Esta barraquinha não é nossa, mas sim de todos os açorianos!
Saudações Açorianas
João T.F. Santos

domingo, 21 de janeiro de 2007

Angra do Heroísmo no Ranking



Angra do Heroísmo é a melhor cidade do Açores e a quinta melhor cidade do país para se viver em 2007, segundo a classificação de um trabalho efectuado e publicado na última edição do semanário “Expresso”.No ranking de 40 cidades portugueses, a primeira urbe a ser classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade, está, apenas, atrás de Lisboa, Guimarães, Évora, Porto e Aveiro.
Pedro Ferreira


Entre os parâmetros de avaliação que colocam Angra do Heroísmo à frente de Ponta Delgada, Coimbra, Funchal, Faro, entre muitas outras, estão 20 critérios: acessibilidades, sinalética, fluidez de tráfego, oferta cultural, espaços verdes, qualidade urbanística, comércio, relação com a água e a paisagem, equipamentos desportivos, estacionamento, segurança, animação nocturna, alojamento turístico, restauração, equipamentos sociais, património, governança e cidadania, capacidade de atracção estudantil, desempenho económico e qualidade dos espaços públicos.Publicado na revista “Única” (suplemento ao semanário), este estudo coloca Angra do Heroísmo “numa posição muito interessante”, mas que acaba por resultar, também, “de todo o trabalho que temos vindo a desenvolver nos últimos tempos nesta nossa cidade, no nosso concelho e pela nossa ilha”, afirmou-nos José Pedro Cardoso, presidente da autarquia distinguida pelo trabalho do “Expresso”.Pontos de realce nesta classificação “das melhores cidades portuguesas para viver em 2007”, são, relativamente à urbe da ilha que já foi capital do Reino, são os que dizem respeito à “qualidade urbanística” e à “segurança”. Numa escala de pontuação de zero a cem, nestes dois itens, Angra merece 70 pontos.Porém, é a “qualidade dos espaços públicos” que merecem maior relevo neste trabalho. Consideram os seus autores que “não é por acaso que Angra foi a primeira cidade a ver o seu centro histórico receber o galardão da UNESCO, já em 1983”. “A Fénix renascida do terramoto de 01 de Janeiro de 1980 mantém um notável equilíbrio entre as exigências logísticas que o seu papel no arquipélago impõe e a persistência da memória”.Para além destas considerações, o estudo frisa, igualmente, o facto de em Angra “se preservar a arquitectura tradicional açoriana”.Com um total de pontuação, nos 20 critérios avaliados, de 1210 pontos, somente 95 pontos atrás da primeira classificada (Lisboa), Angra destaca-se das outras duas antigas capitais de distrito: Ponta Delgada surge na sétima posição (com 1175 pontos) e a Horta, no universo de 40 cidades, é a 24ª (com 1025 pontos).Se exceptuarmos os parâmetros “qualidade urbanística” e “segurança”, que foram os mais pontuados, constata-se, ainda, que a capital da ilha Terceira merece destaque pelo seu comércio, espaços verdes, relação com a água e a paisagem, alojamento turístico e restauração.Património esquecidoNão deixa de ser curioso que, todavia, o item Património não tenha sido pontuado mais elevadamente, facto que pode dar que pensar, nomeadamente por algumas queixas/protestos relativas à não manutenção do edificado ou à construção de infraestruturas alicerçadas na designada arquitectura contemporânea.Se olharmos, entretanto, para o reverso da medalha, vamos analisar que o estudo do “Expresso” coloca a nu as principais dificuldades sentidas no dia-a-dia pelos angrenses. Isto é, neste trabalho avaliativo, verifica-se que as pontuações mais baixas aplicadas a Angra do Heroísmo têm que ver com factores como a sinalética, a fluidez de tráfego, o estacionamento e, muito importante, a governança e cidadania. A título de comparação, Ponta Delgada perde para Angra nos critérios referentes à sinalética, nos espaços verdes e qualidade urbanística, equipamentos desportivos, segurança e restauração, mas ganha em aspectos como fluidez de tráfego, relação com a água e a paisagem, estacionamento, animação nocturna, alojamento turístico, governança e cidadania, capacidade de atracção estudantil e desempenho económico.Os pontos altos da cidade presidida por Berta Cabral são dois: relação com a água e a paisagem e alojamento turístico.Já a cidade da Horta, na ilha do Faial, tem no desempenho económico o seu ponto fraco e na segurança e relação com a água e paisagem os seus pontos fortes.Se, por um lado, este trabalho é motivador para os cidadãos angrenses, por outro, o mesmo deve ser encarado pelas autoridades responsáveis pela gestão da coisa pública como instrumento de trabalho para que se encontrem soluções que possam, de futuro, melhorar as performances alcançadas para o ano de 2007.

População e Clima

POPULAÇÃO
De acordo com os Censos 2001 o arquipélago dos Açores tem 241 763 habitantes. A Terceira é a segunda mais populosa ilha, com 55 833 habitantes. Angra do Heroísmo com 35 581 habitantes é o maior dos dois concelhos que constituem a ilha Terceira. O concelho da Praia da Vitória tem 20 252 habitantes.
CLIMA
As condições climatéricas não só da Ilha Terceira, mas de todo o arquipélago dos Açores, são definidas pela sua posição geográfica em pleno Oceano Atlântico Norte, localizado numa faixa de transição entre massas de ar de características tropicais e massas de ar mais frias, e influenciado pelas correntes marítimas, nomeadamente pela corrente quente do Golfo que isola o arquipélago da influência de correntes frias provenientes das latitudes mais setentrionais do Atlântico Norte. O clima na Terceira é, à semelhança do restante arquipélago, fortemente oceânico, de fraca amplitude térmica e elevada humidade e precipitação. A temperatura é amena durante todo o ano, com valores médios anuais que rondam os 17º C, ao nível do mar. As temperaturas médias mensais mais altas situam-se nos 24º C, e as mais baixas ocorrem em Fevereiro situando-se à volta dos 14ºC. A temperatura da água do mar oscila entre os 17º C no Inverno e os 22º C no Verão.
[Nota: este texto foi retirado da página www.terceira.com]

História da Ilha Terceira

Denominada inicialmente por ilha de Jesus Cristo, mais tarde tomou a designação de Terceira por ter sido descoberta após Santa Maria e São Miguel. Desconhece-se a data do seu povoamento sabendo-se, porém, que entre 1460 e 1470 a administração da ilha foi concedida ao flamengo Jácome de Bruges, que diligenciou o seu povoamento com gente do continente português.O regime de ventos e a localização geográfica faziam da Terceira um porto de escala das naus portuguesas, que durante o séc. XVI, aqui paravam para reabastecimento e reparação. Esta ilha orgulha-se de uma história rica de glória e heroísmo. Quando, em 1580, Portugal estava de luto com a morte de D. Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir, morria o cardeal-rei D. Henrique, legando o trono a Castela, o filho bastardo do Infante D. Luís, D. António, Prior do Crato, apresentou-se como sucessor do reino, disputando-o pelas armas, contra Filipe II de Espanha. Perdida a causa pelos desastrosos combates travados no Continente, apenas resistia, heroicamente, a pequenina ilha Terceira, capital do arquipélago açoriano, onde encontravam abrigo os partidários de D. António, o infeliz príncipe que encarnava a alma nacional. Durante três anos resistiu esta ilha ao domínio espanhol, sendo o único ponto do país onde se erguiam as cinco quinas da bandeira portuguesa, chegando a ter trono, Casa da Suplicação, Mesas de Desembargo do Paço e Casa da Moeda.Com as lutas entre liberais e absolutistas que surgiram em Portugal nas primeiras décadas do séc. XIX, mais uma vez a Terceira se notabilizou. Aqui se concentraram os emigrados liberais dirigidos pelo próprio D. Pedro IV, constituindo o seu único reduto em Portugal. A sua posição foi reforçada pela vitória obtida na batalha da Praia, em 1829, que evitou o desembarque de uma força absolutista. Da Terceira se partiu para dominar a ilha de S. Miguel e desta para o desembarque no Mindelo, primeiro passo para a vitória definitiva do liberalismo em Portugal.
[Nota: este artigo foi retirado da página www.terceira.com]

Situação Geográfica da Ilha Terceira

A Ilha Terceira pertence ao Grupo Central e tem uma superfície de 399,81 Kms2, tendo de comprimento e largura máximos de 29 km e 17,5 km, respectivamente. Está situada a 27º 10’ de longitude oeste e 38º 40’ de latitude norte.De origem vulcânica a sua paisagem apresenta-se com características próprias, testemunha das várias erupções que foram desenhando o seu terreno acidentado, com colinas e crateras. A Ilha alicerça-se sobre três grandes maciços estruturais, constituídos pelos estracto-vulcões dos Cinco Picos a leste, pelo maciço Guilherme Moniz - Pico Alto no centro e Santa Bárbara a oeste.
A Ilha Terceira tem uma superfície de 399,81 Kms2, tendo de comprimento e largura máximos de 29 Kms e 17,5 Kms, respectivamente. Está situada a 27º 10’ de longitude oeste e 38º 40’ de latitude norte.A ilha é dividida em dois concelhos, Angra do Heroísmo e Praia da Vitória. O concelho de Angra ocupa 239.88 Km2, cerca de 60% da área total da Ilha, sendo constituído por 19 freguesias, cinco das quais - Sé, Nossa Senhora da Conceição, São Pedro, São Bento e Santa Luzia - compõem a sede do Concelho, sendo as restantes 14 - São Mateus, Posto Santo, Terra-Chã, São Bartolomeu, Cinco Ribeiras, Santa Bárbara, Doze Ribeiras, Serreta, Raminho, Altares, Ribeirinha, Feteira, Porto Judeu e São Sebastião - freguesias rurais. O concelho da Praia da Vitória ocupa 159.93 Km2, cerca de 40% da área total da Ilha, sendo constituído por 11 freguesias - Biscoitos, Quatro Ribeiras, Agualva, Vila Nova, São Brás, Lajes, Santa Cruz da Praia da Vitória, Fontinhas, Cabo da Praia, Porto Martins e Fonte do Bastardo.
[Nota: este texto foi tirado da Pagina www.terceira.com]

Cultura e Tradições em Angra do Heroísmo



Angra do Heroísmo é uma cidade historicamente e tradicionalmente rica em expressões culturais, desde as eruditas às de cariz popular, que durante todo o ano os Terceirenses sabem protagonizar e apreciar.
As actividades culturais têm, aliás, em Angra um forte suporte logístico, uma vez que a cidade possui um rico património arquitectónico e histórico, palco inúmeras vezes de exposições, recitais e outras manifestações similares, que encontram nesses espaços privilegiados - Igrejas, museus, palácios - um pano de fundo envolvente e adequado.
Para o apaixonado pelo património arquitectónico, Angra, Património Mundial, oferece as suas múltiplas riquezas, quer ao nível da arquitectura militar, quer ao nível da arquitectura religiosa e civil: fortalezas, palácios, igrejas, ermidas, bibliotecas, museus, jardins, monumentos, quintas e solares, miradouros etc., que merecem bem mais do que uma só visita.
A cidade tem ainda, como palco privilegiado das suas actividades culturais, o Teatro Angrense, edifício faustoso do século XIX, e um dos melhores apetrechados teatros do país.
Este Teatro, pertença da autarquia, possui uma óptima acústica, um magnífico campo de visão de qualquer ponto da sala e uma boa ventilação. Com um excelente palco de 17m X 11,30, e uma lotação de 927 lugares, tem exibido, ao longo dos tempos, espectáculos de reconhecido mérito de nível local, nacional e internacional. Durante o Carnaval Angra, à semelhança do resto da Ilha, vibra com o maior festival de teatro popular do país, com a exibição de cerca de 50 grupos de "Danças de Entrudo", que só por si atestam bem a riqueza e o dinamismo cultural das suas gentes.
De realçar ainda a tradição tauromáquica desta Ilha, manifestada pela paixão quer pelas Touradas de Praça, quer pelas típicas Touradas à corda Terceirenses, quer ainda pelas tradicionais esperas de gado.
Angra do Heroísmo possui a única Praça de Touros da Região, onde anualmente tem lugar uma feira taurina de projecção internacional, normalmente por altura das Festas da cidade, as Sanjoaninas.
Merecem, de facto, menção especial as Touradas à Corda, típicas da Terceira, que constituem um espectáculo único no Mundo, bem como as tradicionais esperas de gado, que constituem um atractivo não só para os locais, mas, por constituírem um óptimo cartaz turístico da nossa Terra, atrai cada vez mais turistas nacionais e estrangeiros.
Não se poderia falar em tradições culturais das nossas gentes sem referir as Festas do Espírito Santo, de cariz religioso, com todo o simbolismo e significado que contêm, e que, a par das manifestações de fé têm todo um programa cultural, preenchido, principalmente, pela actuação de grupos musicais locais, em que não faltam os criativos e típicos improvisadores que cantam ao desafio, e que cada freguesia se empenha para que sejam ricas quer no aspecto religioso, quer no aspecto cultural.
Falar em manifestações culturais em Angra do Heroísmo é, também, falar nas Sanjoaninas, que têm lugar, anualmente, no mês de Junho e são o melhor cartaz turístico da cidade. Estas festas têm sempre um extenso programa de actividades culturais e desportivas, que têm os seus momentos altos no Cortejo de Abertura das Festas, que abrem oficialmente com os discursos do Presidente da Câmara e da Rainha das Festas, e no dia 24 de Junho, com o desfile das Marchas de São João.
Finalmente, e como não podia deixar de ser, o papel desta autarquia como motor cultural do Concelho é inegável, e, a par das várias actividades levadas a cabo pela Divisão de Cultura, Desporto e Tempos Livres de Angra do Heroísmo, e que são as mais variadas, há já aquelas que marcam anualmente o calendário cultural dos Angrenses, como é o caso dos Encontros de Coros da Ilha Terceira, que este ano fará a sua 11ª Edição, os Encontros Cinematográficos de Angra do Heroísmo que conta com 6 Edições preparando-se este ano a 7º, ou ainda os Concertos de Verão que leva às ruas e ao Jardim de Angra as Bandas Filarmónicas e outros grupos musicais, ou ainda os Concertos da Orquestra do Teatro Angrense, com destaque especial para os Concertos de Natal.
[Nota: este texto foi retirado da página http://www.acores.com/angradoheroismo]

História de Angra do Heroísmo



Angra, pequena grande cidade, palco de importantes acontecimentos, é o retrato vivo da História que ajudou a fazer. Quando em 1534 D. João III a eleva à categoria de cidade, a primeira nos Açores, Angra era já uma florescente povoação, devido ao seu porto, uma bacia natural - Ancoragem -, que lhe dá o nome, e pela sua privilegiada situação geo-estratégica, que a tornou ponto de escala obrigatório nas travessias transcontinentais. É também no ano de 1534 que o Papa Paulo III a faz sede do Bispado dos Açores.

Angra torna-se uma referência obrigatória nos interesses económicos, políticos e estratégico - militares, não só da nação, mas também de todas as grandes potências do Grande Período Imperial das Navegações, como a Holanda, Inglaterra e França, facto testemunhado pelos exemplos de arquitectura militar, prova da necessidade de defesa de tão importante ponto estratégico.
Guardam a baía de Angra o Castelo de São João Baptista de um lado, autêntica fortaleza de extensas muralhas, e do outro o de São Sebastião, que em conjunto permitiam uma excelente defesa com o seu fogo cruzado.
Chave do Atlântico, torna-se base marítima e ponto de escala de naus e caravelas a caminho dos Novos Mundos, com especial destaque para a "Rota do Cabo" e para a "Carrera das Índias". Pelo seu porto passam fortunas em ouro, prata e especiarias; nela pisam grandes vultos da História como Vasco da Gama e seu irmão, Paulo da Gama, que aqui encontra a sua última morada; torna-se, enfim, um ponto fulcral de uma das mais importantes páginas da História Universal - Os Descobrimentos.
Mas Angra marcou igualmente a História de Portugal, tornando-se o baluarte da resistência contra o domínio de Filipe II de Espanha, tornando-se na sede do governo do país entre 1580 e 1583. Nessa altura, mais do que nunca, Portugal foi aqui!
Em 1642, com a rendição dos espanhóis, D. João IV confere-lhe o título de "mui nobre e sempre leal". Em 1766, por decreto do Marquês de Pombal, Angra torna-se sede da Capitania Geral dos Açores e o centro político e militar do Arquipélago.
Mais tarde, no século XIX, torna-se novamente o cerne dos acontecimentos pelo papel desempenhado na implementação do regime liberal em Portugal, tendo sido sede da Junta Provisória e capital constitucional do Reino.
Por esta participação, e pelos feitos em prol dos ideias de liberdade, é-lhe granjeado o acrescentar do título para "do Heroísmo".
Esta cidade de traçado renascentista, autêntico monumento de cunho senhorial vê reconhecido o seu valor pela UNESCO, em 1983, como Cidade do Património Mundial. Resistiu ao passar dos anos, dos conflitos, dos ataques da natureza, mormente pelo grande sismo de 1980, mantendo a traça da sua planta do século XV e a arquitectura dos seus monumentos e edifícios.
[Nota: este texto foi retirado da página http://www.acores.com/angradoheroismo]